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Fura fila da vacina

Fura fila da vacina

Desde o início da pandemia, há golpistas que buscam lucrar com o medo gerado pela doença, oferecendo falsas curas e remédios.

Chás, óleos essenciais e terapias com vitamina C são apenas alguns dos supostos tratamentos antivirais que continuam a ser vendidos em clínicas, sites, redes sociais e até em programas de televisão.

Mas o desenvolvimento de vacinas contra o coronavírus, que já começaram a ser distribuídas e aplicadas em várias partes do mundo, também gerou uma nova modalidade de crime – pedir dinheiro em troca de um lugar na lista de pessoas que vão receber primeiro a imunização.

Existem também aqueles que afirmam falsamente vender algumas das vacinas desenvolvidas.

A Federal Trade Commission dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) alertou que essa fraude está se espalhando pelo país devido à complexidade do sistema de distribuição de vacinas, que varia conforme o Estado ou território.

“Sempre prontos para agir, os golpistas estão se aproveitando da confusão”, disse Colleen Tressler, especialista em educação do consumidor da FTC.

Para evitar fraudes, a agência lembra que não é possível pagar para se inscrever na lista prioritária.

“Quem pede para você pagar para colocar seu nome em uma lista, marcar hora para você ou reservar uma vaga na fila é um golpista”, alerta.

Tressler também recomenda ignorar anúncios de venda de vacinas contra o coronavírus.

“Você não pode comprá-la em qualquer lugar. A vacina está disponível apenas em locais aprovados pelos governos”, diz ele.

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